por Helio da Silva Gusmao Filho (hsgfilho@yahoo.com.br)
(internauta, leitor do Núcleo)
Manter-se-á Associação dos Funcionários das Universidade do Sudoeste calada nessa crise?De início destaco, para os coordenadores(as) e por extensão aos filiado(as), após consultas junto aos dicionários virtuais, o sentido do que é e deve ser um sindicato. O que é o sindicato? A palavra sindicato tem raízes no latim e no grego. No latim, “sindicus” denominava o “procurador escolhido para defender os direitos de uma corporação”; no grego, “syn-dicos” é aquele que defende a justiça.
O Sindicato está sempre associado à noção de defesa com justiça de uma determinada coletividade. É uma associação estável e permanente de trabalhadores que se unem a partir da constatação de problemas e necessidades comuns. . Como movimento social, o sindicalismo não é estático, está constantemente transformando-se e criando novas formas de organização e ação.
Nas sociedades atuais dos países em industrialização, a teoria e a ação sindical estão diante de significativos e novos desafios devido à emergência rápida de novos atores sociais, tanto no campo como nas cidades, e as transformações da economia e das instituições. Assim o faço não no sentido de querer insinuar nenhuma “falta de memória ou de conhecimentos” aos companheiros e companheiras da AFUS, mas no sentido de frisar sobre o descaminho, por parte da sua coordenação, e fora do eixo histórico a que anda “o nosso sindicato”.
Não podemos negar que o perfil adotado hoje da AFUS ser meramente um repassador de convênios para seus associados, tem, em tese, um destaque merecido, já que os salários percebidos pelos servidores reais e, também, por outros servidores indiretos, que são “associados” à AFUS (embora esses indiretos quando são jogados ao léu pela UESB, são também despachados pela AFUS, conforme alguns já puderam constatar: e assim deixam “a vida na UESB” sem lenço e documento), são salários hoje pagos pelo governo do Estado muito menos que uma merreca e como o SINDICATO - leia-se aqui coordenação- concorda com essa merreca (conforme foi testemunhado em passado recente) e não quer briga com “os chefes”, por causa de não deixar de usufruir de privilégios diversos, e que esses convênios (os quais são descontados imediatamente dos contra-cheques dos servidores e que dão a garantia do SINDICATO nunca ficar n vermelho em função desses convênios) acabam servindo como alento para despesas dos seus filiados e por ser assim, sempre são muitos que se dirigem, ao SINDICATO, já que desde muitos anos a sua função é somente essa.
Mas nesse perfil, relembrando, conforme acima nos faz o que vem, em tese, a ser um SINDICATO, como filiado, desde 1984, e membro da base, dentro dos parâmetros de minha formação social e sendo funcionário efetivo da UESB, venho por meio dessa missiva (a qual encaminho à direção da AFUS e alguns filiados/as) explicitar a minha indignação sobre não somente o fato de “enes” anos atrás não vermos ser apresentada, sequer por um balancete, oficialmente para todos os seus filiados, prestação de contas, o que deixa muitas dúvidas sobre o montante que é arrecadado e qual o destino que se é dado a esses recursos (destaco aqui que essa minha posição não é diretamente dirigidas à pessoas - conforme sempre algumas entendem -, mas sim ao papel de não cumprir com suas obrigações sindicais e regimentais, por parte da coordenação da AFUS), principalmente sobre o que é destinado para coordenadores, que nunca sabemos o que fazem no e do SINDICATO(????) e, principalmente, esse meu grito ecoa quando vemos o SINDICATO ficar atrás das cortinas, ficando mudo (será que é por causa de privilégios e outros coisas mais?), deixando de se pronunciar sobre as questões adversas que hoje pairam na UESB - principalmente sobre a crise já anunciada, advinda principalmente das DENUNCIAS DE CORRUPÇÃO NO PROJETO DE AVICULTURA FAMILIAR E DA CREDIUESB .






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1 comentário ↓
1 RGS(pesquisador) // 12 de Julho de 2008 às 11:03
Como sempre, esperar para ver - no que vai dar ou resultar.
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