Na tela, imagens de toras de madeira cortadas sob um céu cinzento. Falando ao fundo, um jovem conta sobre como acompanhava o pai, funcionário de uma madeireira, ao trabalho e sobre como essa atividade era entediante para um criança. Difícil imaginar cena mais corriqueira. E difícil, também, imaginar que ela seja parte da vida de um ídolo do rock – Kurt Cobain, o perturbado líder do Nirvana, que cometeu suicídio em 1994 com um tiro de espingarda. “Kurt Cobain – Retrato de uma ausência”, em cartaz a partir de sexta-feira (31) em São Paulo e Rio, é um documentário impressionista, [...]