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	<title>Comentários sobre: &#8220;Jararaca é o meu herói&#8221;</title>
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	<description>Vitória da Conquista - BA</description>
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		<title>Por: Alberto Marlon</title>
		<link>http://www.nucleodenoticias.com.br/2010/02/05/jararaca-e-o-meu-heroi/#comment-42271</link>
		<dc:creator>Alberto Marlon</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 10:42:55 +0000</pubDate>
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		<description>Imaginemos que, naquela noite trágica, os dois policiais estivessem passado por outra rua ou, se estivessem passado, fosse em outro horário. Eles não encontrariam com o bando de malfeitores que vitimou um dos policiais. É possível que não seria desencadeada a onda de violência que os conquistenses presenciaram. Ninguém, com exceção de suas vítimas e vizinhos, ouviria falar de Jararaca. Ele iria continuar com sua vida e, supostamente, encontraria seu destino em um confronto com a polícia ou passaria uma temporada na cadeia. Outro Jararaca tomaria seu lugar. As baixas do bando seriam repostas e, vez ou outra, davam mostras à sociedade que a miséria e a desigualdade pode ser terreno fértil à face indesejável da sociedade: o crime.

 

Voltemos ao presente. Possivelmente a morte do agente da lei será esclarecida, os culpados encontrados e punidos. Os inquéritos sobre os assassinatos serão conclusos e provavelmente entrarão para a enorme estatística dos homicídios não solucionados. É possível que os desaparecidos reapareçam, ou seus corpos. Alguma discussão será feita. Algumas medidas propostas e... virá o dia-a-dia. Aos poucos, pouco se falará. Os miseráveis continuarão em seus bolsões e, no desespero de serem pessoas (pois aprendem, desde cedo, que pessoas são só aquelas que consomem) alguns se transformam em Jararacas, outros se conformarão nas cachaças e nos botecos e a vida seguirá normalmente. Até que, numa noite escura, ou até em dia ensolarado, as atenções forem novamente despertadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Imaginemos que, naquela noite trágica, os dois policiais estivessem passado por outra rua ou, se estivessem passado, fosse em outro horário. Eles não encontrariam com o bando de malfeitores que vitimou um dos policiais. É possível que não seria desencadeada a onda de violência que os conquistenses presenciaram. Ninguém, com exceção de suas vítimas e vizinhos, ouviria falar de Jararaca. Ele iria continuar com sua vida e, supostamente, encontraria seu destino em um confronto com a polícia ou passaria uma temporada na cadeia. Outro Jararaca tomaria seu lugar. As baixas do bando seriam repostas e, vez ou outra, davam mostras à sociedade que a miséria e a desigualdade pode ser terreno fértil à face indesejável da sociedade: o crime.</p>
<p>Voltemos ao presente. Possivelmente a morte do agente da lei será esclarecida, os culpados encontrados e punidos. Os inquéritos sobre os assassinatos serão conclusos e provavelmente entrarão para a enorme estatística dos homicídios não solucionados. É possível que os desaparecidos reapareçam, ou seus corpos. Alguma discussão será feita. Algumas medidas propostas e&#8230; virá o dia-a-dia. Aos poucos, pouco se falará. Os miseráveis continuarão em seus bolsões e, no desespero de serem pessoas (pois aprendem, desde cedo, que pessoas são só aquelas que consomem) alguns se transformam em Jararacas, outros se conformarão nas cachaças e nos botecos e a vida seguirá normalmente. Até que, numa noite escura, ou até em dia ensolarado, as atenções forem novamente despertadas.</p>
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		<title>Por: Sérgio Lima</title>
		<link>http://www.nucleodenoticias.com.br/2010/02/05/jararaca-e-o-meu-heroi/#comment-42224</link>
		<dc:creator>Sérgio Lima</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 20:22:50 +0000</pubDate>
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		<description>Rapaz, esse Juscelino é fera mesmo, hein ?</description>
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